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Tiquinho Soares se destaca no jogo aéreo e vira arma ofensiva do Botafogo em 2026

Atacante marcou 22% de seus gols pelo Botafogo de cabeça, superando a média do time, que teve apenas 13% dos gols anotados pelo alto na temporada.

1 de 1 Tiquinho comemora gol do Botafogo sobre a Chapecoense — Foto: André Durão
1 de 1 Tiquinho comemora gol do Botafogo sobre a Chapecoense — Foto: André Durão

Tiquinho Soares tem sido uma peça fundamental no jogo aéreo do Botafogo na temporada de 2026. Em sua trajetória pelo clube carioca, o atacante marcou 45 gols, sendo que 10 deles foram de cabeça, o que corresponde a 22,22% do total. Este aproveitamento aéreo é significativamente superior à média da equipe, que anotou apenas 13% dos seus gols pelo alto ao longo de 77 gols oficiais na temporada.

Impacto recente e contexto da equipe

Na última rodada do Brasileirão, Tiquinho marcou o gol da vitória sobre a Chapecoense, que também representou o primeiro triunfo do técnico Tite no comando do Botafogo. A presença do atacante na área e a eficácia nas jogadas aéreas oferecem ao treinador uma alternativa tática importante para diversificar o ataque.

Além dele, outros jogadores colaboraram com gols de cabeça ao longo do ano. No total, foram dez gols pelo alto distribuídos entre nove atletas, com destaque para Barboza, que marcou dois antes de sua saída para o Palmeiras.

Possibilidades para a reta final da temporada

Com a saída de Arthur Cabral, Tiquinho assumiu seu lugar e tem se mostrado uma peça com forte presença física e habilidade nos duelos aéreos. Isso pode ampliar as opções ofensivas do Botafogo diante dos adversários no restante do campeonato.

O jogo aéreo, portanto, além de ser uma característica pessoal do atacante, pode se tornar uma arma importante do Botafogo, que até o momento teve um desempenho relativamente modesto nesta área em 2026.

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