Pular para o conteúdo

Corinthians de 2026 apresenta desempenho inferior ao time rebaixado em 2007 na reta final do Brasileirão

Às vésperas da reta final do Campeonato Brasileiro, o Corinthians de 2026 tem desempenho abaixo do time que foi rebaixado em 2007, gerando preocupação entre torcedores e dirigentes por conta da situação na tabela e dos desafios próximos.

Memphis Depay sofre lesão e desfalca Corinthians contra o Vasco
Memphis Depay sofre lesão e desfalca Corinthians contra o Vasco

O Corinthians vive um momento delicado na temporada 2026 do Campeonato Brasileiro, com um desempenho inferior ao do time que foi rebaixado em 2007, fato que assusta clube e torcida na aproximação da reta final da competição.

Após 31 rodadas, o time soma 33 pontos, cinco a menos que o desempenho do elenco de 2007 na mesma fase do campeonato, que havia atingido 38 pontos. Naquela campanha, encerrada com o único rebaixamento da história do clube, o Corinthians finalizou a competição com 44 pontos e um aproveitamento de 38,6%.

Comparação revela queda no aproveitamento

Uma análise rodada a rodada mostra que a equipe atual esteve à frente do desempenho da campanha de 2007 apenas entre as rodadas 18 e 23. Fora desse período, o rendimento tem sido consistentemente menor, destacando a gravidade da situação. Enquanto em 2007 o time alcançou 33 pontos após 24 rodadas, em 2026 foi necessário esperar até a 31ª rodada para atingir essa mesma pontuação, refletindo um aproveitamento de apenas 35% na temporada atual.

Reta final com desafios difíceis

A sequência final do Brasileirão promete ser ainda mais complicada, com sete jogos restantes – quatro fora de casa e três na Neo Química Arena. O retrospecto recente do time não traz otimismo: na última sequência de nove partidas, o Corinthians não conseguiu nenhuma vitória, e em 2007, nos últimos sete jogos daquela temporada, somou apenas seis pontos, com um triunfo, três empates e três derrotas.

Além dos desafios esportivos, o clube enfrenta uma grave crise financeira e administrativa, com dívida próxima aos R$ 3 bilhões e recentes mudanças na gestão e comando técnico, como a chegada do treinador Clarence Seedorf e a saída do executivo Marcelo Paz.

Esses fatores conjunturais ampliam a preocupação em torno da permanência do Corinthians na Série A, colocando pressão sobre atletas, comissão técnica e diretoria para convencer na reta final da competição.

Comentários

Comentários exclusivos para quem tem conta

Entre na sua conta e seja o primeiro a comentar esta matéria.

Veja também