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Eleição indefinida trava decisões do São Paulo para 2027; futuro de Dorival Júnior e cinco jogadores está incerto

Com a eleição presidencial indefinida, o São Paulo não iniciou negociações para renovação de contrato e vê o futuro de técnico Dorival Júnior e cinco jogadores pendente para a próxima temporada.

Voz do Setorista: Eleição atrasa planejamento de 2027 do São Paulo
Voz do Setorista: Eleição atrasa planejamento de 2027 do São Paulo

O São Paulo enfrenta dificuldades para planejar a temporada de 2027 em meio ao cenário político indefinido no clube e limitações financeiras. Com o mandato do atual presidente Harry Massis chegando ao fim e a indefinição sobre candidaturas para a eleição de dezembro, o clube parou as negociações de contratos e renovações.

O técnico Dorival Júnior, cuja passagem pelo clube termina ao final deste ano, ainda não tem garantia sobre sua permanência. Em coletiva, ele afirmou que depende da decisão dos dirigentes que assumirem o clube. "Estou aqui para desenvolver um trabalho e deixar o meu melhor, apesar das dificuldades e resultados aquém do esperado", declarou.

Contratos de jogadores com fim no ano

Além do treinador, cinco atletas têm contratos se encerrando no final de 2026: o zagueiro Rafael Toloi, o lateral Iago, o meia Cauly e os atacantes Lucas e Artur. Enquanto Toloi e Lucas são jogadores pertencentes ao São Paulo, aguardam uma iniciativa do clube para definir possíveis renovações.

No entanto, a situação de Iago, Cauly e Artur é mais complexa, pois estão no clube por empréstimo e dependem de negociações para continuidade. Iago não possui cláusula de compra estipulada e, assim, o São Paulo precisará negociar diretamente com o Bahia para manter o jogador titular atualmente. Cauly, também cedido pelo Bahia, e Artur, emprestado pelo Botafogo, possuem cláusulas fixadas para aquisição, porém condições específicas ainda não foram cumpridas para efetivação automática, como a meta de jogos do meia Cauly.

O atacante Artur tem uma cláusula de preferência de compra estipulada em 6 milhões de euros por 60% dos direitos econômicos, com o clube dividindo o pagamento do salário com o Botafogo conforme sua utilização.

Imobilismo ante a eleição e indefinições

No momento, não há movimentação concreta para resolver essas questões enquanto a eleição não se aproxima, e a única candidatura declarada é a de Marcelo Portugal Gouvêa, da oposição. Até lá, a diretoria atual deve permanecer com limitações para renegociações, estimulando uma paralisação estratégica nas decisões esportivas e administrativas relacionadas a 2027.

Tags: ContratosDorival JúniorEleição no São PauloSão Paulofutebol

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